Neste início, quando começamos a conhecer o que é a Doença de Parkinson, toda e qualquer orientação é bem vinda.
Na consulta de ontem com a Neuro, tivemos acesso a esse manual prático, disponível também para download em: http://www.appp.com.br/site/index.php?option=com_remository&Itemid=65&func=startdown&id=7
Ele fala das várias terapias que são importantes no tratamento, desde sempre.
E não são poucas: acupuntura, auricoloterapia, coral, dança, fisioterapia, fonoaudiologia, massoterapia, musicoterapia, neurocirurgia, psicologia e terapia ocupacional.
Além dessas, também creio que são excelentes: hidroginástica, pilates, yoga...
O segredo é manter o ânimo alto e se dedicar o máximo possível às terapias complementares à medicação.
Aqui em Curitiba, a AAPP - Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo tem todas as atividades a um custo bem acessível!
Disponível em: http://www.appp.com.br
Minha mãe tem Parkinson, e agora?
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
O primeiro dos próximos dias
Hoje é dia
18/11/2013, segunda-feira.
A semana começando,
e agora vejo, o restante de toda a vida sendo mais uma vez adaptado.
Minha mãe possui
alguns sintomas há algum tempo que sempre achamos que eram por causa das
tonturas causadas pela crise de labirintite. Mas com o aumento dos tremores e
com o surgimento de uma certa dificuldade em deglutir, ela procurou um neuro.
Com o aumento dos
sintomas surgiu também a preocupação: e se for Parkinson? Já sabíamos que o
parkicionismo era fato, mas aquele decorrente dos medicamentos para tontura
como por exemplo o VERTIX. Pensar em uma doença degenerativa como o Parkinson
era algo aterrorizante!
Que se concretizou
hoje... quando saiu o resultado de uma cintilografia que avalia o nível de
dopamina em determinada região cerebral. Há sim uma degeneração. Há sim uma
diminuição dos neurotransmissores... Há sim um diagnóstico de Doença de
Parkinson (DP).
Surgiu também a
vontade de escrever, de alguma forma dividir todos esses pensamentos nem que
seja com o computador mesmo.
Como em qualquer
diagnóstico, ou possibilidade de diagnóstico, o primeiro impulso é resumido em
uma palavra. GOOGLE. Sempre aconselhamos a nunca, em hipótese nenhuma ler duas
coisas sobre doenças: bulas e gooogle. Eu, particularmente, nunca resisti.
Procuramos respostas
e achamos mais perguntas.
Procuramos consolo e
achamos mais medo.
Procuramos a
esperança e a achamos. Mas não lá.
Não me lembro de ter
encontrado algo otimista quando busquei respostas aos problemas mais sérios de
saúde pelos quais minha família passou. O que achei foram mais e mais dúvidas,
de pessoas que assim como eu possuem uma inquietação em entender o porquê de
tudo.
E nessa nova jornada inicio eu, como
filha. Inicia minha mãe, como paciente. Iniciam todos aqueles que de uma forma
ou de outra convivem comigo ou com ela.
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